sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Outdoor na minha rua 006

Já num güento mais! E hoje é ainda e só 26 de dezembro!
Do desgraçado do peru da ceia de ontem ainda sobrou pro almoço e pra janta de hoje. E ainda tem pra amanhã!
E haja coca zero!
E tem prorrogassão na paçagem do ano! U peru chubstituto já está no freezer! E o filho-da-puta é maior do que o que já está desaparechendo pela privada!
Estou me chentindo como uma lingüicha ou chalchicha de peru! Todo recheado de peru.
Estou achando que o mundo vai se acabar com peru pra tudo quando é lado.
Não tem como escapar!
Estou cercado!
Piedade! Socorro! SOS!
Vou molê!

- Sai uma saidêra prus músicus! Di dispidida!

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Carta de um cidadão de Itajaí, SC


Meus amigos,

Hoje o sol saiu e conseguimos voltar a trabalhar. A despeito de brincadeiras e comentários espirituosos normais sobre esta "folga forçada" a verdade é que nunca me senti tão feliz de voltar ao trabalho. Não somente pelo trabalho, pela instituição e pela própria tranqüilidade de ter aonde ganhar o pão, mas também por ser um sinal de que a vida está voltando ao normal aqui na nossa Itajaí.

As fotos que circulam na internet e os telejornais já nos dão as imagens claras de tudo que aconteceu então não vou me estender narrando e descrevendo as cenas vistas nestes dias. Todos vocês já sabem de cor. Eu quero mesmo é falar sobre lições aprendidas.

Por mais que teorias e leituras mil nos falem sobre isso ainda é surpreendente presenciar como uma tragédia desse porte pode fazer aflorar no ser humano os sentimentos mais nobres e os seus instintos mais primitivos. As cenas e situações vividas neste final de semana prolongado em Itajaí nos fizeram chorar de alegria, raiva, tristeza e impotência.

Fizeram-nos perder a fé no ser humano num segundo, para recuperá-la no seguinte. Fez-nos ver que sempre alguém se aproveitará da desgraça alheia, mas que também é mais fácil começar de novo quando todos se dão as mãos.

Que aquela entidade superior que cada um acredita (Deus, Alá, Buda, GADU etc.) e da forma que cada um a concebe tenha piedade daqueles:

- Que se aproveitaram da situação para fazer saques em supermercados, levando principalmente bebidas e cigarros;

- Que saquearam uma farmácia levando medicamentos controlados, equipamentos e cofres e destruindo os produtos de primeira necessidade que ficaram, assim como a estrutura física da mesma;

- Que pediam 5 reais por um litro de água mineral;

- Que chegaram a pedir 150 reais por um botijão de gás;

- Que foram pedir donativos de água e alimentos nas áreas secas pra vender nas áreas alagadas;

- Que foram comer e pegar roupas nos centros de triagem mesmo não tendo suas casas atingidas;

- Que esperaram as pessoas saírem das suas casas para roubarem o que restava;

- Que fizeram pessoas dormir em telhados e lajes com frio e fome para não ter suas casas saqueadas;

- Que não sentiram preocupação por ninguém, algo está errado em seu coração;

- Que simplesmente fizeram de conta que nada acontecia, por estarem em áreas secas.

Da mesma forma, que essa mesma entidade superior abençoe:

- Aqueles que atenderam ao chamado das rádios e se apresentaram no domingo no Quartel dos Bombeiros para ajudar de qualquer forma;

- Os bombeiros que tiveram paciência com a gente no quartel para nos instruir e nos orientar nas atividades que devíamos desenvolver;

- A turma das lanchas, os donos das lanchinhas de pescarias de fim de semana que rapidamente trouxeram seus barquinhos nas suas carretas e fizeram tanta diferença;

- À equipe da lancha, gente sensacional que parecia que nos conhecíamos de toda uma vida;

- Aos soldados do exército do Paraná e do Rio Grande do Sul;

- Aos bravos gaúchos, tantas vezes vitimas de nossas brincadeiras que trouxeram caminhões e caminhões de mantimentos;

- Aos cadetes da Academia da Polícia Militar que ainda em formação se portaram com veteranos;

- Aos Bombeiros e Policias locais que resgataram, cuidaram, orientaram e auxiliaram de todas as formas, muitas vezes com as suas próprias casas embaixo das águas;

- Aos Médicos Voluntários;

- Às Enfermeiras Voluntárias;

- Aos Bombeiros do Paraná que trabalharam ombro a ombro com os nossos;

- Aos Helicópteros da Aeronáutica e Exército que fizeram os resgates nos locais de difícil acesso;

- Aos incansáveis do SAMU e das ambulâncias em geral, que não tiveram tempo nem pra respirar;

- Ao pessoal do Helicóptero da Polícia Militar de São Paulo, que mostrou que longo é o braço da solidariedade;

- Ao pessoal das rádios que manteve a população informada e manteve a esperança de quem estava isolado em casa;

- Aos estudantes que emprestaram seus físicos para carregar e descarregar caminhões nos centros de triagem;

- Às pessoas que cozinharam para milhares de estranhos;

- Ao empresário que não se identificou e entregou mais de mil marmitex no centro de triagem;

- A todos que doaram nem que seja uma peça de roupa;

- A todos que serviram nem que seja um copo de água a quem precisou;

- A todos que oraram por todos;

- Ao Brasil todo, que chorou nossos mortos e nossas perdas;

- Aos novos amigos que fiz no centro de triagem, na segunda-feira;

- A todos aqueles que me ligaram preocupados com a gente;

- A todos aqueles que ainda se preocupam por alguém;

- A todos aqueles que fizeram algo, mas eu não soube ou esqueci.

Há alguns anos, numa grande enchente na Argentina um anônimo escreveu isto:

Começar de novo

Eu tinha medo da escuridão
Até que as noites se fizeram longas e sem luz;

Eu não resistia ao frio facilmente
Até passar a noite molhado numa laje;

Eu tinha medo dos mortos
Até ter que dormir num cemitério;

Eu tinha rejeição por quem era de Buenos Aires
Até que me deram abrigo e alimento;

Eu tinha aversão a judeus
Até darem remédios aos meus filhos;

Eu adorava exibir a minha nova jaqueta
Até dar ela a um garoto com hipotermia;

Eu escolhia cuidadosamente a minha comida
Até que tive fome;

Eu desconfiava da pele escura
Até que um braço forte me tirou da água;

Eu achava que tinha visto muita coisa
Até ver meu povo perambulando sem rumo pelas ruas;

Eu não gostava do cachorro do meu vizinho
Até naquela noite eu o ouvir ganir até se afogar;

Eu não me lembrava dos idosos
Até participar dos resgates;

Eu não sabia cozinhar
Até ter na minha frente uma panela com arroz e crianças com fome;

Eu achava que a minha casa era mais importante que as outras
Até ver todas cobertas pelas águas;

Eu tinha orgulho do meu nome e sobrenome
Até a gente se tornar todos seres anônimos;

Eu não ouvia rádio
Até ser ela que manteve a minha energia;

Eu criticava a bagunça dos estudantes
Até que eles, às centenas, me estenderam suas mãos solidárias;

Eu tinha segurança absoluta de como seriam meus próximos anos
Agora, nem tanto;

Eu vivia numa comunidade com uma classe política
Mas agora espero que a correnteza a tenha levado embora;

Eu não lembrava o nome de todos os estados
Agora guardo cada um no coração;

Eu não tinha boa memória
Talvez por isso eu não lembre de todo mundo,
Mas terei mesmo assim o que me resta de vida para agradecer a todos.

Eu não te conhecia,
Agora você é meu irmão;

Tínhamos um rio,
Agora somos parte dele.

É de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frio.

Graças a Deus!

Vamos começar de novo.

*

É hora de recomeçar, e talvez seja hora de recomeçar não só materialmente. Talvez seja uma boa oportunidade de renascer, de se reinventar e de crescer como ser humano. Pelo menos é a minha hora, acredito.

Que Deus abençoe a todos.

Luis Fernando Gigena

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Tudo o que está escrito acima é transcrição fiel do que me foi enviado por email pela grande amiga Célia Borges, blogueira, jornalista, dona do blog Aldeia Global, com uma introdução da qual me aproprio de forma igual e que é assim:

“Amigos,

Repasso essa carta, para nos mostrar que, por piores que sejam nossos problemas, dificilmente serão comparáveis com o das pessoas que perderam tudo, bens, familiares, documentos...

E que hoje vivemos num mundo tão difícil, num país tão difícil, que até querer ajudar não é garantia de que se vai conseguir...

É uma realidade triste e dolorosa, mas conhecê-la só pode contribuir para o nosso crescimento e conscientização.

Namastê, Célia.”

Resolvi realizar a publicação integral desta carta porque não a encontrei nos arquivos do Google e, não existindo esse registro nele - uma fonte importantíssima de divulgação de tudo, ou de quase tudo que é postado em blogs – ela poderia passar menos percebida, não fosse a correspondência trocada entre blogueiros.

Coloquei o asterisco (*) quase ao final do texto principal desta postagem porque havia em seu lugar no email dois espaços de linhas em branco, deixando-me na dúvida se ali terminava o relato do argentino e recomeçava o do cidadão de Itajaí. Sem saber o que fazer, permaneço na dúvida se o Luiz Fernando Gigena é o argentino ou o brasileiro, o que sempre deixará um deles como autor anônimo.

Em todo caso, a postagem está feita conforme eu queria. Ia até dar-lhe outro título, tão do meu feitio, mas me contive e titulei-o da maneira mais objetiva dele ser encontrado na Internet e, assim, torná-lo mais conhecido num universo maior de pessoas.

Pessoalmente, confesso que as duas narrativas mexeram com a minha estrutura emocional. Cá, no íntimo do meu ser, é por coisas como o relato do brasileiro - e transpondo também para algum brasileiro as palavras do argentino, as quais pertencem a uma linguagem universal - que aqui me deixam repetindo pensativamente sobre as suas palavras “Eu quero mesmo é falar sobre lições aprendidas” é que às vezes digo que ainda me ufano de ser brasileiro.

- I bibida prus músicus!
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Update em 25.Dez.2008: Achei no Google o site do Luis Fernando Gigena, denominado Anjo de Luz, e a matéria dele aqui postada, cujo original ele intitulou de “Saiu o sol!”. Querendo confirmar, clique aqui. O meu asterisco marca o fim do relato do argentino, um anônimo na mensagem do Luis Fernando.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Feliz Natal e feliz 2009, ô, meu, ô, minha!

Vendo esses dois pingüins nessa tomada tão singela, fico cá matutando só e imaginando que assim também estarei te abraçando, amigo ou amiga visitante do meu blog, nas comemorações do Natal e na passagem do ano. Não importa a distância física que nos separa, mas podes crer que estarei fazendo um esforço mental fiodasunha pra ter essa sensação nesses momentos.

E pra 2009, desejo-te muita saúde e superação total dos poubremas que surgirão à tua frente; que o teu time ganhe do meu, pru modi di tu ti curá daquele recalque por aquela derrota que o meu meteu no teu; que acertes sozinho na mega-sena; que faças mais comentários nas minhas postagens, metendo o pau pra valer, se com isso sentires que desopilas o teu frígado pela amargura de ter caído na minha rede e tomado conhecimento das mulequices que cá publico.

- I bibida prus músicus!

domingo, 21 de dezembro de 2008

O mistério da forma de alumínio esclarecido

Tenho uma matéria inacabada neste blog intitulada ”O mistério da forma de alumínio”, cuja personagem única é esta forma da fotim aí do lado. Concluí-la-ei agora! Para quem não sabe do que se trata, pode, se quiser, tomar conhecimento dela dando uma simples, singela e suave cutucada neste link. Vai despencar aqui de cima que nem foguete brasileiro!

Muuuuito que bem! Por conta dessa dívida para com aqueles que têm a pacença de me acompanhar, confesso que andei por estes dias pré-carnavalescos, ops!, digo, pré-natalinos, ruminando que nem vaca de presépio sobre o que escrever para a conclusão do graaaande mistério criado por mim naquela postagem e que, afinal, não é tão grande como a minha propalada verborragia propala nem tão misterioso quanto a minha inteligência permite bolar, respeitados os limites da minha inútil veia filosófica sobre assuntos culinários.

E, por incrível que apareça, não preciso escrever nada, só reproduzir, porque o comentário deixado por uma ilustre visitante no meu blog a respeito do assunto misterioso, do qualmente comentário me aproprio e aqui posto, é mais esclarecedor e objetivo, assim como mais gostoso de se ler do que se fosse eu quem o tivesse escrito ou escrito uma rabisqueira diferente de próprio punho para terminar o que não terminei.

De formas tais que sem menos nem mais, reproduzo integralmente o texto do comentário da visitante que se identificou como Cristina Salomão, destacando que realizei umas pouquíssimas correções nele, simples trocas de letras (erros datilográficos), que a comentarista deixou passar batidas, literalmente, talvez mais preocupada com algum refogado que estava a fazer na cozinha, que podia estar perigando de queimar, ao mesmo tempo em que datilografava as suas bem traçadas linhas.

Lá vai:

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Anônimo disse...

Prezado Sr.Norivaldo:

"O mistério da forma de alumínio" é, sem dúvida, uma reportagem muito interessante, especialmente porque a maioria das pessoas desconhece a finalidade da mesma. Mas, no auge dos meus 45 anos, tenho utilizado, e muito, este utensílio, aprendi com minha mãe há algumas dezenas de anos, pois há muito tempo me aventuro na arte de cozinhar. Mas o que me levou a postar esta mensagem, é que me lembrei de uma senhora minha amiga, que se estivesse entre nós hoje estaria com aproximadamente 90 anos. Pois bem, deixemos sua idade para lá e voltemos ao caso da forma de cone. Muito bem, esta senhora, no alto dos seus 72 anos viu este utensílio em minha casa, exatamente em cima da mesa, em um dia de domingo que fora almoçar com minha família (eu, meu marido e minhas três filhas), ao ver a dita cuja da forma de cone alto exclamou sem o menor pudor: "- Meus Deus, uma forma de estuprar frango! Não tive como conter o riso. Após tantos anos, ainda possuo a mesma forma, e nela faço um frango sem gordura, que fica altivo sentado no cone (coitado!), e ainda hoje, a cada vez que a uso, me lembro de minha velha amiga, que infelizmente já foi para... sabe-se lá, mas deve ainda exclamar a frase sobre o meu utensílio cada vez que me vê fazendo um belo frango/pato/peru assado.

Abraços

Cristina Salomão

14 de Dezembro de 2008 23:56


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Viram? Ou melhor, leram?

Então vejam a fotim do faisão assado que preparei hoje pro nosso almoço:

Fica, conforme a Dona Cristina disse, sem gordura e bonito. Para ficar com os braços, digo, com as asas abertas, como que esperando aquele abraço, atravesso o peito do condenado com uma haste de arame de cobre, cujas pontas ostentam dobras em forma de “L”, introduzindo-as entre os ossinhos perto das pontas das asinhas, que, depois de bem assadinhas, ficam crocantesinhas, semelhantes a torresminhos. Com essa abertura de asas, até os sovaquinhos do coitadinho ficam tostados.

Este faisão da fotim, de 2,3 kg, custou R$ 6,23 e demorou 2 horas redondas pra ficar pronto, à temperatura de 220 ºC.

Temperei com:

3 colheres de sopa de sal refinado;

3 colheres de sopa de tempero baiano;

3 colheres de sopa de colorau.

(Se alguém tiver outra receita, passa pra mim que publico aqui.)

Perto de minha casa, aqui no Manejo, existem uns seis locais onde se vendem frangos assados. O meu preferido vende cada um por R$ 14,00, com direito a um refrigerante de 2 litros (vendidos nos supermercados por até R$ 1,19) e a um saquinho de alumínio com umas 50 gramas de farofa que, pelamor di Jisuiz, dispenso!

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Obrigado, Dona Cristina Salomão, pela visita ao meu blog, pelo comentário e pelas dicas (tem um peru temperado que um dos meus filhos ganhou no ano passado e deixou guardado desde então aqui no nosso freeser. Seu destino final já está traçado: neste natal ou na passagem do ano será devidamente estuprado sem choro nem vela e assado nos conformes. Tão logo saia dos bastidores do forno, bato, talvez, uma fotim dele pra publicar aqui. E volte sempre, por favor!

- I bibida prus músicus!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Novo funcionário do Curintia

Óia o novo funcionário do Curintia cheganu...
[Reportagem completa publicada no blog O pá qui, ó..., imediatamente acessível por este link.]

- I bibida prus músicus!

Fuzuê nos meus blogs

Para sair da mesmice que me encofra, este blogueiro passará a editar os seus posts que contenham imagens exclusivamente no blog Ó pá qui, ó..., enquanto as desprovidas de tais acessórios permanecerão neste outro, o Norrival

Procederei assim por duas razões:

1.                No fundo, no fundo, ando algo enjoado com o fundo branco do Norrival. semelhante àquela enjoação que tive quando contava apenas com o Ó pá qui, ó...;

2.                Imagens que vejo publicadas em outros blogs e sites na Internet ficam mais destacadas, segundo o meu gosto, com o fundo preto, a mesma do Ó pá qui, ó..., enquanto que as sobrepostas a um fundo branco ficam muito, mas muito mesmo, desdestacadas.

Aqui, no Norrival, alertarei sempre que publicar algum treco novo lá no Ó pá qui, ó....

Em sendo assim, conto com a paciência camelódroma dos meus visitantes que, ao me visitarem aqui, tiverem a sua curiosidade despertada por uma matéria publicada no Ó pá qui, ó..., não se sintam constrangidos em clicar no link que os levará ao encontro do post de seu interesse. Será como se eu tivesse um blog, limitado a duas páginas de navegação. Não é assim?

E já que todo mundo está de acordo, bibida prus músicus!

Velhinha safada

José, caminhoneiro, passou muito tempo viajando e chegou em casa de madrugada. Como estava com saudade, cheio de tesão, correu pro quarto, agarrou a esposa e fez amor com ela três vezes. Quando acabou foi pra cozinha beber água.

Chegando lá, viu a esposa tomando café. Intrigado perguntou:

- Amor, você não estava no quarto neste momento?

- Não, aquela é mamãe, que veio me fazer companhia enquanto você viajava.

- Amor, pelo amor de Deus! Você nem imagina o que aconteceu! Cheguei morrendo de saudade sua, corri pro quarto, estava escuro, pensando que fosse você, transei três vezes com a sua mãe.

A esposa, indignada, foi correndo falar com a mãe.

- Mãe! É verdade que o José transou três vezes com você, pensando que fosse eu?

- Foi!

- E a senhora não disse nada?

- Você sabe muito bem que eu não falo com ele há mais de cinco anos!

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- Outra piada enviada pela grande amiga e jornalista Célia Borges, comandante do blog Aldeia Global, que você pode acessar clicando
aqui.

- I bibida prus músicus!


- Publicado no Facebook em 04.12.13.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Pulando a cerca na China

Um empresário bem casado volta de uma viagem de negócios na China, onde ele aprontou. Aproveitou para “conhecer” umas chinesinhas muito assanhadas. Ao voltar, percebe que seu pênis está completamente verde. Apavorado, ele esconde isso da mulher do jeito que pode e vai consultar um médico.

O médico olha o dito cujo do sujeito e diz debochando:

- Você andou pela China, não andou?

- Sim, é verdade!

- E conheceu umas garotas por lá...

- Também é verdade!

- Infelizmente, você dançou. Isso não tem cura. Vamos ter que cortar!

O homem nem acredita no que ouve. Ele vai ver outro médico, mas o diagnóstico é o mesmo. Ele cai em depressão e vai consultar um urologista que também repete o diagnóstico.

Finalmente, decide confessar suas escapadas à mulher que, depois de uma grande briga e uma homérica bronca, diz para ele procurar um médico chinês, um legítimo, lá na China. Afinal eles devem estar acostumados com essa doença.

O sujeito volta então à China e marca uma consulta com um médico de renome. Ao examiná-lo, o médico dá uma risadinha:

- He-he! O senhor esteve na China recentemente, né?

- É verdade!

- É o senhor fez umas bobagens com as garotas, né?

- É verdade!

- E o senhor foi ver um médico brasileiro, né?

- É verdade!

- E o médico brasileiro lhe disse que teria que cortar, né?

- É verdade!

- Médico brasileiro não sabe nada, he-he! Não precisa cortar, he-he!

O sujeito nem acredita! Seu pesadelo acabou!

- Então existe um tratamento para isso?

- Não, mas não precisa cortar, he-he! Cai sozinho, né?

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- Piada copiada do site Boas Piadas. Querendo conferir, é só clicar aqui.
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- I bibida prus músicus!

Casamento dos surdinhos-mudinhos

Um surdinho e uma surdinha se casaram.

Durante a primeira semana, eles descobriram que eram incapazes de se comunicar na cama quando a luz estivesse apagada, pois não podiam enxergar a linguagem dos sinais. Depois de várias noites pensando em alguma solução, a esposa disse, gesticulando:

- Querido, por que não fazemos alguns sinais simples?

- Como assim? – Indaga o marido. E ela responde:

- Por exemplo: à noite, se você quiser fazer sexo comigo, passe a mão no meu seio esquerdo uma vez, bem devagarinho. Se não quiser fazer sexo, passe a mão no meu seio direito uma vez também, porém bem rápido.

O marido acha a idéia genial e gesticula de volta para a esposa:

- Grande idéia! E se você quiser fazer sexo comigo, esfregue meu pinto uma vez, bem devagarinho. Se não quiser, esfregue meu pinto 250 vezes... BEM RÁPIDO!

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- Piada enviada pela grande amiga e jornalista Célia Borges, comandante do blog Aldeia Global, que você pode acessar clicando aqui.

- I bibida prus músicus!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

A riqueza dos maiores de 50 anos

Prata nos cabelos. Ouro nos dentes. Pedras nos rins. Açúcar no sangue. Chumbo nos pés. Ferro (ferrugem…) nas articulações. E uma fonte inesgotável de gás natural…
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- Copiado do site do Fernando Stickel, o “Aqui tem coisa”, onde encontram-se coisas, coisas, coisas. Quer conferir? Clica aqui!
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- I bibida prus músicus!

A gravidez da freira

A freira vai ao médico:

- Doutor, tenho tido um ataque de soluço, que não me deixa viver. Não durmo, não como e tenho muita dor no corpo de tanto movimento compulsivo involuntário.

- Tenha calma, irmã, que vou examiná-la.

Ele a examina e diz:

- Irmã, a senhora está grávida!

A freira se levanta e sai correndo do consultório, com cara de pânico.

Uma hora depois o médico recebe uma chamada da madre superiora do convento:

- Doutor, o que o senhor disse para a irmã Carmem?

- Cara madre superiora, como ela tinha uma forte crise de soluço, eu disse que ela estava grávida, espero que com o susto ela tenha parado de soluçar.

- Sim, a irmã Carmem parou de soluçar, mas o padre Paulo pulou da torre da igreja!


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- Copiei do site do Fernando Stickel, o “Aqui tem coisa”, onde encontram-se coisas, coisas, coisas. Quer conferir? Clica aqui!

- I bibida prus músicus!

Cuidado com o vírus do AVG-2009

Se um spanner do anti-virus AVG aparecer na sua tela, não o abra, mesmo porque,
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NÃO EXISTE AINDA O ANTIVIRUS AVG-2009!
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Ele aparece com uma oferta tentadora: “Instale agora a nova versão do AVG-2009!”. E mais: “Clique em abrir!” (Ou coisa parecida!).

Se você meter o dedo e abri-lo, tá lascado! Numa hipotética, mas não improvável, situação, pode chamar o técnico para retirar o vírus, que terá contaminado o seu amado pecezinho. Essa operação de limpeza é feita diretamente no programa do Windows (paguei 30 paus e o técnico não quis me mostrar qual é o sub-programa, que é próprio para este fim). Se o seu técnico for mais babaca do que o meu, terá que reconfigurar o seu pecezinho (aí o meu cobraria 40 paus).

A antipático vírus não apaga nada do seu pecezinho, porém não vai deixar você trabalhar sossegado, abrindo 1, 2, 3 e até 4 janelinhas na tela do seu monitor. O pior é que o AVG verdadeiro entra em conflito com ele e aí os dois começam a brigar entre si. Aí o AVG, utilizando as suas armas secretas, é obrigado também a abrir 1, 2, 3 e até 4 janelas. Fica uma bagunça dos diabos, com umas 8 janelinhas abertas e sobrepostas uma sobre as outras e nessas ocasiões é melhor ficar pensando no Lulla, no Bush ou na Hebe e esquecer o PC.

Você pode acionar a sua metralhadora e sair deletando janelas. As do vírus e as do AVG. Nesse ponto, não há escolha! É tudo ou nada! Faça de conta que você está no meio do tiroteio e há muita poeira, impedindo-o de ver corretamente, mas não tire o dedo do gatilho! Quase inútil! Aparentemente, um fracasso total! Vai precisar gastar um monte de pentes de balas. Finalmente, tudo legal! A tela do monitor está limpa. Você começa a trabalhar. Aí, sem aviso nenhum, sem a menor consideração para com você, na mó sacanagem, começa tudo de novo; vírus x AVG. Haja paciência! Você não conseguirá trabalhar mais! Melhor ler um livro do Ahbhar Arbher R’rrunjan ou ficar pensando naqueles caras citados no parágrafo anterior.

O escroto do vírus é que ele fica ameaçando-o o tempo todo: ou paga US 49,99, ou ele irá matar o coitadinho do seu pecezinho, sem dó nem piedade.

A discreta seta em vermelho na imagem abaixo, a qual seta foi feita por mim, com os meus extensos conhecimentos do power point, e a qual imagem aparece depois que você deu aquela primeira clicada no spanner, aponta o símbolo utilizado pelo mesmo para induzi-lo a fazer mais alguma besteira. É igualzinho ao símbolo do AVG. É muito fácil de se cair na sua armadilha.
- Clica na imagem para ampliá-la (Não vai adiantar! Esse prossesso sempre me dá um baile e normalmente me deixa frustrado. Acho que estou até criando um comprékissiço qualquer. Se quiser realmente ampliá-la, tem que dar o zoom.) -

Então, amado(a) visitante, fica atento!
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- I bibida prus músicus!

Gravidez indesejada

Uma adolescente de 16 anos diz para a mãe que a menstruação está atrasada mais de 2 meses.

Super preocupada, a mãe vai à farmácia, compra um kit de exame de gravidez para a filha e o resultado é positivo !

Assim, começa a gritaria, choros, lamentações.

- Quero saber quem foi o canalha! E agora, vá já falar pro teu pai, etc, etc!

A garota, quando fica sozinha, pega o telefone e faz uma ligação. Meia hora depois, para na frente da casa uma Ferrari último modelo e sai um tipo maduro, cabelo meio branco, vestido com um terno elegante.

Já na sala, o homem se senta na frente do pai, da mãe, da moça, e diz:

- Bom dia! Sua filha já me informou do problema e atento ao fato de viver conjugalmente com outra mulher, eu não posso me casar com ela, mas cuidarei dos detalhes pertinentes.

- Assim, se a criança nascer menina, posso dar 3 lojas, 2 apartamentos, uma casa na praia e uma conta com 1.500.000 dólares. Contudo, se for menino, terá 2 indústrias siderúrgicas, uma fazenda com 1.900 cabeças de gado e, é claro, a conta com os 1.500.000 dólares. Em caso de nascerem gêmeos, ambos terão somados aqueles benefícios, mais uma ajuda de 250.000 dólares por cabeça.

E continua:

- Mas no caso de um aborto...

Nesse momento, o pai da moça, que estava calado o tempo todo, se levanta, põe a mão no ombro do homem e diz:

- No caso de acontecer essa tragédia, você come ela de novo!

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- Piada que me foi manda por email pelo meu cunhado Walter.

- Brigado, Walter, i bibida prus músicus!

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

A ovelha e a Pagero

Um pastor de ovelhas, avançado na idade, pastoreava tranqüilamente o seu rebanho, quando surgiu pela inóspita estrada uma Pajero 4 x 4, todinha equipada.

Parou na frente do velhinho e dela desceu um cara de não mais que 30 anos, terno preto, camisa branca Hugo Boss, gravata italiana, sapatos moderníssimos bicolores, que foi logo dizendo:

- Senhor, se eu adivinhar quantas ovelhas o senhor tem, o senhor me dá uma?

O velhinho coçou uma das orelhas, recoçou, e disse finalmente:

- Sim! Mais tem um pobrema, u sinhô sabe cumu é, ua mão alisa a otra...

- Qual é o problema, meu senhor? - Indaga o cara.

- É u siguinti: si u sinhô num acertá, u sinhô mi dá a Pageru. Tá fechadu?

- Tá fechado! – Confirma o cara.

Então ele volta pra Pajero, pega um notebook, se conecta via celular à internet, baixa uma base de dados, entra no site da NASA, identifica a área do rebanho por satélite, calcula a média histórica do tamanho de uma ovelha, baixa uma tabela do Excel com execução de macros personalizados, e, depois de treze minutos, diz ao velhinho:

- O senhor tem 3.371 ovelhas, das quais 47 podem estar prenhas.

O velhinho arregalou os olhos, voltou a dar uma coçada na orelha e admitiu que sim, que o cara estava certo, e, como havia prometido, ele poderia levar a ovelha.

O cara pegou o bicho e o carregou pra sua Pajero.

Antes que partisse, o velho perguntou:

- Mi adiscurpi, sinhô, mas si eu adivinhá a sua profissão, u sinhô me adevorvi a oveia i mi dá a sua Pageru?

Duvidando que acertasse, o cara concorda.

- U sinhô é adevogado! - Diz o velhinho, com toda segurança.

- Incrível! Como adivinhou?

- Pur quatru razões muitu simplis: primêru, pela frescura; sigundu, veiu sem que eu u chamassi; tercêru, mi cobrô pra dizê arguma coisa queu já sabia; i quartu, nota-se qui num entendi merda ninhuma du qui tá falanu: devorva já u meu cachorru i mi dá a sua Pajeru, qui chegô im muitu boa hora!

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- Piada contada pela amiga Neide Borges durante uma rodada de caldinho de fubá com cebola e alho aqui em casa (onde fartura é palavra desconhecida). Quando terminou de contá-la, todos se engasgaram, iscrusivi a Neide.

- Prepare mais piadas, Neide! Pra próxima rodada, teremos um caldinho bem leve de mocotó com batata doce. Ou você prefere mocotó com repolho roxo?

- Lasquei “adevogado” no meio da história numa singela e saudosa lembrança dos meus amigos paulistanos e paulistas.

- I bibida prus músicus!

Colher de pau

- Por se tratar de um vídeo altamente indutor de maldade, crueldade, judi-ação e outras perversidades adicionais, entre as quais as de muita - mas muita mesmo! - molecagem e sacanagem, a publicação desta preciosidade gozadíssima fica restrita ao meu outro blog, o Ó pa qui, ó... (Link dinâmico. Clica nele e vai lá, vai! Se não for e deixar de vê-lo, até que será bom pra você, que poderá deixar de cagar nas calças de tanto rir!).

- I bibida prus músicus!

domingo, 14 de dezembro de 2008

Com jeito vai - 5

- É frango caipira, ô meu!

- Para ver todas as imagens desta série já publicadas, clicaqui!

.- I bibida prus músicus!

sábado, 13 de dezembro de 2008

Lulla e Confúcio

Eu havia jurado aqui mesmo neste blog que, nele, nunca mais, mais nunca mais mesmo, botaria – no sentido de publicar, dar ao conhecimento de - qualquer coisa referente ao Lulla. Entrementes, no meio da poeirada levantada na arrumação dos meus arquivos, encontrei esta estória sobre ele e que me foi enviada pelo meu sobrinho Rafael em algum dia de 2007, e o meu juramento sifu, porque resolvi pubricá-lo. Então, lá vai:

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Lulla morreu e foi pro Céu.

Chegando lá, após breve entrevista, São Pedro recomendou que ele ficasse quinze dias na ala dos filósofos, para aprimorar sua cultura, já que se tratava de um ex-presidente.

No dia seguinte, preocupado com a decisão que tinha tomado, São Pedro foi até a ala dos filósofos e pela fresta da janela surpreendeu Confúcio conversando com Lula.

O velho sábio estava com uma péssima aparência, suava aos borbotões, mais amarelo que nunca, e, profundamente irritado, dedo em riste, gritava com Lulla.

- Olha Lulla, é a última vez que repito:

- Platão não é aumentativo de prato;

- Epístola não é a mulher do apóstolo;

- Eucaristia não é o aumento do custo de vida;

- Cristão não é um Cristo grandão;

- Encíclica não é bicicleta de uma roda só;

- Quem tem parte com o diabo não é diabético;

- Quem trabalha na Nasa não é nazista;

- Jesus Cristo morreu na Galiléia e não de gonorréia;

- Annus Domini nada tem a ver com o cu do Papa;

- E meu nome é Confúcio... Porque Pafúncio é a puta que te pariu!

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- Brigado, Rafinha, i bibida prus músicus!

Fauna




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As imagens aqui mostradas pertencem a uma coleção de 42 fotos que recebi da minha grande amiga e jornalista Célia Borges. Mostram momentos inusitados, instantâneos raros, mesmo, de diversos acompanhantes nossos deste planeta ainda lindo e maravilhoso.

Não satisfeito em apenas apreciá-las, resolvi compartilhá-las com todos os meus amigos, publicando-as nos meus blogs. Neste, publicarei apenas as três primeiras, enquanto que no O pá qui, ó... publicarei o rolo completo.

Destaco que o autor da coleção se identifica apenas com as iniciais RB, deixando, porém, a sua impressão pessoal sobre a maravilha do trabalho criado, perguntando e respondendo em dois tempos:

“- Pode o homem fazer alguma coisa até que ela se torne tão bela como se feita pela natureza?

- Talvez a música!”

- Clique nas imagens para ampliá-las e desculpe-me se coloco este aviso somente agora, no final. É que se introduzí-lo no início, tudo se transforma numa salada completa e então, adeus ampliação.

- I bibida prus músicus!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Entreouvindo, sem querer

Comprava cigarros hoje ali pelo meio-dia num certo botequim, quando entreouvi esta conversa entre duas comadres que estavam fazendo as suas fezinhas no bicho:

Disse uma das comadres:

- Bem feitu pru filhu-da-puta! Já tá ardenu nu infernu!

Arremata a segunda:

- Ondi já si viu fazê aquilu qui u disgraçadu feiz cum a Suzaninha?

- Acresce a primeira:

- Num podemu perdê o pograma da Sonia Abrão di hoji à tardi i u da Ana Maria Braga amanhã cedu! Dévi rolá mais argumas novidadi...

- I bibida prus músicus!

Cuando café

Hoje cuava café quando o meu cigarro caiu dentro do bule que continha a minha parte já cuada do mesmo, quase toda, aquela parte mais forte e encorpada do filho-da-puta, a mais gostosa. Explicando: o café que cuo se compõe de duas partes: a cuada pra mim e a cuada pra Luísa. A cuada pra mim é a primeira que cuo e é do jeito como descrevi; a cuada da Luísa é a que cuo em seguida e tem que ser parecida com um chá, tipo xixi de galinha com problemas renais, meio amarelado. Ou amarronzado bem claro, vai saber!

Que fazer? – Jogar o café cuado fora? – Nem pensar!

Terminei de cuar o café da Luísa e repassei o meu café já cuado no cuador novamente. Nem preciso dizer que o cuador ficou cheio de fumo picado, papéis de cores variadas e o filtro do cigarro todo esgarçado.

Quer saber como ficou o meu café? – Ficou com um gosto esquisito, meio picante, mas deu pra ser bebido. Infelizmente, tal como quando fumo, não deu para identificar nenhuma das 4.700 substâncias tóxicas que ele contem e que o fabricante do cigarro alega em impresso no seu maço que ele tem, entre as quais a nicotina. Dá para acreditar nele?

I bibida prus músicus!
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Nota da redação:
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O blogueiro titular deste blog e do blog O pá qui,ó... resolve, unilateralmente, o seguinte:

1. Adotar o verbo cuar como se coar fosse, tanto no seu significado etimológico como na sua exuberante conjugação;

2. Adotar o simpático substantivo cuador como se coador fosse, em todo o explendor do seu exuberante significado etimológico;

3. Revogadas todas as exuberantes disposições em contrário.

Publique-se exuberantemente e arquive-se tombém da mesma forma.
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- I bibida prus músicus traveiz!

Dilema existencial

Estou terminando de escrever um texto repleto de palavras de du-plo sentido, malintencionadas (NG, nova grafia?) e até palavrões, de maneira escancarada e maleducada (NG?), que está me fazendo matutar torturosamente e colocando a minha invulgar consciência entre um dos maiores dilemas por que já passei na vida, que é o se devo, ou não, publicar o dito cujado texto no meu blog. Sabe como é: trata-se de fatos ocorridos recentemente no meu botequim, onde o desvario das palavras ocorre e corre solto (diferente de como elas devem ser empregadas num blog, de forma civilizada e formal, como sói ser praxe, e que, apesar de tudo – e de eu reconhecer tal premissa - ela não é, necessariamente, a linha mestra de conduta nas minhas postagens), destarte julguei, por ora, deixar a coisa parada, arquivada, mofando até não sei quando.

Mas existe um forte argumento a favor da sua publicação, já argamassado neste blog, quando, não sei em que postagem, disse que ele (o meu blog) é como uma continuação do meu boteco, daí...

Existe tombém algo que não quer ficar calado dentro de mim, que é a pura, alvejante e cristalina verdade de que estou, consequentemente(NG), botando uma mordaça em mim mesmo, daí...

E finalmentemente, talvez a falta de bebida alcoólica esteja me deixando mais introspectivo, menos aventureiro, mais cagão e com uma, como diria... Ah! Tá me dando uma vergoooonha!

I bibida prus músicus!

Reformas no meu boteco

O pogreço que agita o Bairro Manejo agita também velhas estruturas, literalmente, provocando reações as mais distintas entre proprietários de pontos comerciais ao longo e próximos da sua avenida principal, a Cel. Mendes, renovando paisagens e se atualizando em marketing.

Meu botequim, o Bar e Snooker Manejo, lidera essa corrida pelo novo, desta vez mudando a sua fachada principal, que era assim, em fevereiro pp,
e agora está assim
em foto tirada hoje.

Aquelas duas portas de 1,35 m de largura separadas pela coluna de 55 cm de antão deram lugar a uma porta única com largura de 3,25 m. Melhorou o trânsito do entra-e-sai, agora menos prejudicado - só um pouco menos - pelo onipresente estacionamento de bicicletas e dos bundas-moles que geralmente teimam em ficar encostados nas suas colunas, observando o movimento dos transeuntes e o caótico trânsito de veículos à sua frente. A fachada mudou de cor, obviamente carregada pelas novas cores do igualmente novo banner da Antarctica. Lá dentro permanece tudo igual, salvo algumas caras novas e outras caras ausentes, como a minha, momentaneamente.

- I bibida prus músicus!

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Adultério à portuguesa

Duas brasileiras e uma portuguesa estavam jogando conversa fora quando uma das brasileiras comenta com a outra sobre suas relações sexuais com o marido:
- Menina, nunca te aconteceu quando você faz amor com o Carlos, você tocar no saco dele e ele estar gelado?
A outra brasileira responde:
- Sim, sempre que nós fazemos, eu percebo que está gelado. E você, quando faz com o Rafael nota a mesma coisa?
- Sim, o saco está sempre gelado! - Responde a outra brasileira.
Nisso, a portuguesa diz:
- Bom, eu nunca reparei nesse detalhe, mas esta noite, quando eu fizer amor com o Manuel, vou tocá-lo só para ver.
- Tá bom! Então amanhã você nos conta! - Dizem as brasileiras.
No dia seguinte, a portuguesa aparece toda cheia de hematomas e com um baita olho roxo. As brasileiras ficam surpresas, perguntam o que foi que aconteceu e a portuguesa responde, muito nervosa:
- Isto é tudo culpa de vocês!
- Mas por que, o que foi que houve? - Perguntam as brasileiras.
- Porque ontem eu estava a fazer amor com o Manuel e quando lhe toquei nas bolas, eu disse: - Ai, Manuel... Que bom!… Tu não tens as bolas frias como as do Carlos e as do Rafael!
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- Fonte: Site Velhos Amigos, o Site da Maturidade, que você pode acessar clicando aqui.

- I bibida prus músicus!

Premonições

Um homem vai ao quarto de seu filho para dar-lhe boa noite. O garoto está tendo um pesadelo. O pai o acorda e pergunta se ele está bem. O filho responde que está com medo, porque sonhou que sua tia Suzana havia morrido. O pai garante que tia Suzana está muito bem e manda-o dormir novamente. No dia seguinte, a tia Suzana morre.

Uma semana depois, o homem volta ao quarto de seu filho para dar-lhe a boa noite. O garoto está tendo outro pesadelo e desta vez diz que sonhou que o avô havia morrido. No dia seguinte, o vovô morre.

Uma semana depois, o homem vai de novo ao quarto de seu filho para dar-lhe a boa noite. O garoto está tendo outro pesadelo! Desta vez, o filho responde que sonhou que o papai havia morrido. O pai garante que está muito bem e manda-o dormir de novo.

No dia seguinte, ele, o pai, está apavorado. Tem certeza de que vai morrer. Sai para o trabalho e dirige com o maior cuidado para evitar uma colisão; não almoça, com medo de veneno; evita as pessoas, com medo de ser assassinado; tem um sobressalto a cada rua... Ao voltar para casa, encontra sua esposa e lhe diz:

- Meu Deus! Tive o pior dia de minha vida!

E ela responde, toda chorosa:

- Você acha que o seu foi pior... E o meu chefe, que morreu hoje de manhã, assim que chegou ao escritório!

MORAL DA HISTÓRIA: Há momentos em que ser corno não é problema, é um alívio!
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- Fonte: Site Velhos Amigos, o Site da Maturidade, que você pode acessar clicando aqui.

- I bibida prus músicus!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Omelete com calda de morango

Na sala de TV, o velhinho levanta e a mulher pergunta:
- Aonde você vai?
- À cozinha - Responde ele.
- Você não quer me trazer uma bola de sorvete? - Pede ela.
- Lógico! - Responde o marido, solícito.
- Você não acha que seria bom escrever isso no caderno?
- Ah, vamos! - Ironiza o velhinho - Pode deixar que eu vou me lembrar disso!
Aí ela acrescenta: - Então me coloca calda de morango por cima. Mas escreve para não ter perigo de esquecer.
- Eu lembro disso. Já sei que você quer uma bola de sorvete com calda de morango.
- Ah! Aproveita e coloca um pouco de chantili em cima! Mas lembra do que o médico nos disse… Escrevam sempre no caderno.
Irritado, o velhinho exclama:
- Ah, que saco! Eu já disse que vou me lembrar!
Em seguida vai para a cozinha. Depois de uns vinte minutos, ele volta com um prato com uma omelete.
A mulher olha para o prato e diz:
- Eu não disse que você iria esquecer? Cadê a torrada?
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Fonte: Blog do meu amigo Fernando Stickel, o Aqui tem coisa, que você acessa clicando aqui.

- I bibida prus músicus!

SC - Tragédia anunciada

Meu amigo Fernando Stickel comentou em seu blog Aqui tem coisa sobre o sofrimento dos catarinenses, classificando tudo decorrente das chuvas como uma “tragédia anunciada”, com o que estou inteiramente de acordo.

E por não conseguir colocar algo de postagem própria, que eu queria que fosse como o do post dele, indico-o para vocês, aqui.

- I bibida prus músicus!

domingo, 7 de dezembro de 2008

Aniversário de Luísa Paiva, minha mulher

Hoje é o dia do 60º aniversário da minha mulher, Luísa, companhei-ra há 45 anos, mais exatamente desde 23 de janeiro de 1963, dia em que nos conhecemos.

Óia ela aqui, na frente do banner que ela criou e mandou confeccionar, ostentando um pensamento maravilhoso de Cora Carolina, cujo significado expressa muito bem uma das características do seu caráter e do seu modo de vida:
.Nós dois, casados desde 03/07/71:

.A nossa clã reunida:
..Imagens da festa:


Foi uma feliz e alegre festa. Parabéns, Luísa, querida, e que você tenha ainda muitos anos de vida para me agüentar e me esquentar (em dois sentidos: esquentar nossos lençóis e a minha cabeça contra os meus vícios).
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- I bibida prus músicus!


sábado, 6 de dezembro de 2008

Futebol e Curiosidades

Hoje é sobre o Flamengo. Vou botar o emblema dele aqui neste blog em homenagem ao meu filho Gustavo, o único flamenguista no nosso clã familiar.

Linhasmentemente, o dia 17 de novembro foi o Dia do Flamengo, conforme decreto assinado pelo Governador Sérgio Cabral, em 07/03/2007, quando, no mesmo decreto, foram revogadas todas e quaisquer disposições em contrário. Tal evento mereceu uma espetacular, incomparável e inusitada matéria do simpático papagoiaba aqui, postada no meu outro blog, o Ó pa qui, ó..., que você pode acessar clicando aqui, e, por incrível que apareça, nesse dia, ou no anterior, ou no posterior, não vi nenhum flamenguista comemorando o fato, não ouvi nenhum foguetinho explodindo, não vi neunhuma notícia nos jornais, não deu no Reporter Nacional, não vi nenhum post nos vários blogs que visitei, a efeméride passou batida por mim... Também, pudera! Era uma baita de uma segunda-feira! Flamenguista também trabalha, ô meu! Se fosse numa quinta... Ou numa terça...

Mas vamos a duas - que, com a intrusao da informação sobre o Dia do Flamento acabam por serem três - curiosidades sobre o Flamengo que encontrei na Wikipédia. Clarasmente falando, sobre duas de suas torcidas:

Flagay foi o nome adotado pela primeira torcida organizada gay de um time de futebol brasileiro. Isso no século passado, no ano de 1979. Foi fundada no Rio de Janeiro sob os auspícios do carnavalesco Clóvis Bornay, junto com Igor Feijó, e dedicada ao Clube de Regatas Flamengo. Mas acabou comprando uma briga com as facções homofóbicas da torcida rubro-negra ao declarar publicamente que o Flamengo era o clube com a maior torcida gay do planeta.

Eita, cacete! Ninguém segura mesmo este país! Somos sempre o maior em tudo! E quando é que é que vamos dominar o mundo?

Quer saber mais sobre a Flagay? Clica aqui!

Esta é mais legal: Fla Manguaça foi criada em 1995 por um grupo de amigos apaixonados pelo Flamengo e passou a frequentar os estádios conciliando o amor pelo Flamengo com a inebriedade etílica. Talvez ver o Flamengo fazer um gol, unzinho que seja, seja mais inebriante do que qualquer bebida alcoólica, mas um dos propósitos desta simpática e bem-humorada torcida é ir torcer pro Flamengo. Essa torcida repudia todo tipo de violência.

Será que existe a Flu Manguaça também? Ou a Re Manguaça ("Re", de Resende... Do amedrontador dos times da 1ª divisão do Campeonato Carioca, o Resende Futebol Clube)?

- I bibida prus músicus!

Sinais dos tempos

Stela Prestes, no JB-Niterói, de hoje:>

#As famílias estão apavoradas com os assaltos à mão armada que seus jovens filhos estão sendo vítimas. E mais: repetidas vezes. A coisa anda tão tenebrosa e escancarada, que logo depois de ter entregado sua bolsa e de ter a arma apontada para sua cabeça, uma garota de 13 anos se viu questionada por outro bandido que perguntou: "- E aí boneca, o colega já deu o aliso?”#

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Ainda bem que os caras parecem estar ficando mais educados!

- I bibida prus músicus!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Jogaram purpurina em mim

Fui homenageado recentemente, por duas vezes, pelo do meu amigo virtual Eduardo P. Lunardelli, catarinense de Imbituba, um artista, como ele mesmo se define na descrição de seu perfil e cujas criações se comprovam na qualidade das suas postagens e disponibilizadas pro mundo todo pela Internet, num almanaque assaz profuso de informações aos seus visitantes, com matérias das mais variadas procedências e vertentes, além daquelas de cunhagem própria.

Na primeira vez, com a publicação no seu site denominado Varal de Idéias, neste post, da minha fotim, a mesma que está na sidebar desta página, acompanhada do link para acessar o meu blog. Parece apenas uma simples homenagem dele para com este visitante de seus sites e comentarista ocasional de suas postagens, mas o fato, porém, ultrapassa a mera publicação das informações sobre mim e ultrapassa a fronteira do inesperado, de forma tão agradável quanto a própria homenagem em si, dado que tenho comprovado um incremento significativo no numerador que acusa as visitas que recebo no meu blog desde a data daquela postagem.

A segunda ocorreu no seu site Vítima da Quinta, neste post e neste, com uma caricatura da minha caricata (É assim mesmo!), exuberante, bela e inconfundível imagem - conforme mamãe sempre me diz - o que me deixou bastante honrado com a consideração que ele teve para comigo.

A propósito, deixei o seguinte comentário no respectivo post do Eduardo:

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“Caro Eduardo:

Como eu disse num comentário lá no meu blog, naquele post da Gordura Hidrogenada, que você pode conferir aqui, essa “minha caricatura feita por você... Pô, cara! Ficou legal pra chuchu!”.

Agora, fala a verdade: quando você estava me caricaturarizando (É assim mesmo?), não sentiu uma sensação algo estranha, um tremor nas pernas, talvez até uma palpitação extra no seu coração, como se estivesse fazendo a caricatura do Harrison Ford, tal a impressionante semelhança entre nós?

Talvez paire um instante de dúvida nas suas conjecturas a esse respeito, ou nas de algum outro visitante, ao se analisar e se comparar apressadamente os tamanhos das bochechas, da papa, do nariz, da orelha... Mas se você colocar em mim aquele chapéu do Indiana Jones - Ah, aí, ô meu! - todas as incertezas cairão por terra. Não precisa nem botar aquele casaco surrado de couro que ele também sempre usa nos seus filmes.

Agora, falando sério: devo confessar que esta foi a primeira vez em toda a minha vida que a minha imagem foi caricaturada e me sinto deveras muito vaidoso pela sua consideração para com este seu modesto fã.

Vou, já, já, pregá-la no meu blog, ora se vou!

Grande abraço.”

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E aqui está a caricatura que o Eduardo fez de mim:

Gostei, repito, e me sinto como se tivessem me dado um banho de melado com purpurina (Aêêêê, Clóvis Bornay!): gostoso e brilhoso.

- I bibida prus músicus!

Capão Redondo na mira

Retomando um velho hábito meio desqualificado, do qual sou um grande e boçal relaxado, voltarei a ler livros mais amiúde. Vou começar por “Capão, Velhas histórias”, escrito pelo meu amigo Valter Ferraz, livro que tem como cenário dominante o Bairro do Capão Redondo – Bairro de São Paulo, Capital, meu conhecido até há 12 anos - e que é o comandante do blog Complexo Inside, um dentre vários da minha relação de favoritos na Internet, com visitas intempestivas minhas que se tornaram bastante semelhantes a um cacoete incurável e incontrolável.
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Dêem só uma olhada no seu livro (cliquem na 2ª imagem que ela aceita ampliação):
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Recebi o exemplar do livro ontem, pelos correios. Adquiri-o aqui.

- I bibida prus músicus!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Gordura Hidrogenada (Gordura Trans)

Desconfie dos alimentos sequinhos. Aqueles que são fritos, mas não ficam oleosos. A receita desse “milagre” se chama gordura hidrogenada e, ao contrário do que pensa a maioria, faz muito mal à saúde.

Estudos recentes mostram que esse tipo de gordura é pior do que a saturada – de origem animal – do ponto de vista cardiovascular. A causa: ela “plastifica” os vasos, levando a infartos e derrames. Quem garante é a endocrinologista Rosina Erthal Vilella, que pesquisa o assunto há anos e explica o mal que faz essa gordura, também chama de “Trans”.

O problema, segunda ela, é que os alimentos hidrogenados não se resumem a frituras. Biscoitos, sorvetes, chocolates, macarrões de preparo rápido, chips e temperos prontos, só para citar alguns exemplos, fazem parte da grande lista.

E o preocupante, de acordo com a Dra. Rosina, é justamente a variedade de alimentos que levam esse tipo de gordura, porque eles acabam sendo ingeridos por todos - crianças, jovens, adultos e idosos.

“As pessoas estão sendo enganadas. Acreditam que estão comendo algo que faz bem, ou não faz tão mal para a saúde. E, na verdade, é justamente o oposto”, diz ela.

A gordura hidrogenada é uma gordura vegetal que foi criada pela indústria para ser uma alternativa à gordura saturada, a do bacon, da lingüiça, da picanha, etc. Mas como não existe gordura no mundo vegetal, somente óleos, foi criado, então, um processo de transformação desses óleos vegetais em gordura sólida.

Aí começa o problema. Os óleos são colocados em uma câmara com gás hidrogênio – daí o nome de hidrogenada -, com alta pressão e alta temperatura e o resultado não seria bem visto – e muito menos comido – por ninguém.

Os óleos se transformam em uma pasta preta, com mau cheiro, que precisa ser alvejada para ficar sem cor e desodorizada para ficar sem cheiro.

“Ela deixa tudo crocante porque solidifica nos alimentos após a fritura, formando uma casquinha. Isso acontece também nos vasos, que ficam impedidos de se dilatar”, esclarece a endocrinologista.

Por isso, de acordo com a médica, está se tornando comum esportistas jovens sofrerem parada cardíaca durante a prática de qualquer esporte. “Durante a atividade física, o fluxo sangüíneo aumenta, mas o vaso não dilata para a passagem do sangue. É quando ocorre o infarto”.

Saiba mais

Alguns alimentos que contêm gordura hidrogenada:

- Biscoitos: praticamente todos, principalmente os recheados e os wafers;
- Chips;
- Batatas-fritas: tanto as de pacote quanto as de fast-foods;
- Tortas e bolos: prontos e semi-prontos (ficam bem fofos);
- Pães: principalmente os de massa doce;
- Sorvetes: a grande maioria, até mesmo os lights, sendo o sorve-


te hidrogenado mais espumoso;
- Chocolates: cuidado com os do tipo diet – são os piores;
- Leites: os achocolatados prontos;
- Margarinas: quanto mais dura, pior;
- Fast-foods: usam essa gordura para todas as frituras porque ficam crocantes;
- Requeijões: os que são muito cremosos;
- Pipocas de microondas;
- Temperos prontos: em tabletes ou em pó.

Fatos

Em 26 de julho de 2004 o assunto é discutido no primeiro mundo.

As conseqüências do consumo desenfreado de gordura hidrogenada são pouco divulgadas no Brasil. O mesmo, porém, não tem ocorrido nos países desenvolvidos.

Em 1994, epidemiologistas da Universidade de Harvard atribuíram ao consumo da gordura hidrogenada até 100.000 mortes prematuras por ano nos Estados Unidos.

Desde essa época, solicitou-se ao Foods and Drugs Administration (FDA) – órgão regulador de alimentos e medicamentos dos EUA – alterações nos rótulos nutricionais que informassem aos consumidores o quanto de gordura Trans continha cada alimento. Nada foi feito!

Cientistas relacionaram o consumo dessa gordura vegetal a doenças metabólicas, ou à chamada Síndrome Metabólica – aumento da cintura abdominal, diabetes tipo 2, alterações dos lipídeos sangüíneos, hipertensão arterial e esteatose hepática (fígado gorduroso).

Origem

A descrição dessa síndrome – inicialmente chamada de Quarteto da Morte, em 1984 – coincide com o início do uso maciço dos hidrogenados pela indústria alimentícia americana.

O epidemiologista-chefe da escola de Medicina de Harvard, Walter Willet, diz no site http://www.transfreeamerica.org/ que a introdução dos hidrogenados na alimentação foi o maior desastre da história alimentícia nos EUA. Resultou numa epidemia de obesidade e demais doenças.

Em 2001 foi divulgado um estudo – feito com 84.000 enfermeiras, durante 14 anos – no qual ficou confirmado que a principal gordura relacionada ao diabetes e ao aumento do colesterol e triglicerídeos era a hidrogenada.

No ano seguinte, cientistas americanos pediram um novo estudo. Queriam que ficasse claro o quanto de gordura hidrogenada uma pessoa poderia consumir por dia, sem prejudicar sua saúde. O resultado foi surpreendente: ZERO. Há relatos também da associação de hidrogenados com vários tipos de câncer.

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Então, ficamos assim: nada de comer alimentos que contenham gorduras Trans que, além de aumentar a taxa do colesterol bandido, o tal do LDL (low density lipoprotein), plastifica nossos vasos sangüíneos. Acho que devem ficar parecidos com os tubos de PVC utilizados nas tubulações de água, sendo, porém mais flexíveis.

Rotineiramente, em minha casa, só adquirimos produtos isentos dessa praga de gordura e alguns exemplos são citados na matéria acima, muitos dos quais ostentam em suas embalagens o aviso de “Isento de gorduras Trans”, “0% de gorduras Trans”, e por aí vai.

Mas, dá para acreditar que esses avisos são verdadeiros? Quem, independente da empresa que fabrica o produto, controla a qualidade dos seus produtos?

O SIF (Serviço de Inspeção Federal) ou outro órgão regulador do governo federal?

Se os agentes fiscalizadores de tais órgãos atuam e agem ainda como antes da explosão do escândalo do leite adulterado com água oxigenada ou soda cáustica, ocorrido em outubro do ano passado, deixando milhares de consumidores sendo enganados e envenenados de forma metódica, mesquinha e gananciosa, acredito piamente que estamos todos navegando num grande barco furado, sem remos, sem velas e com os braços quebrados, à mercê da sanha de homens de caráter igual ou pior do que aqueles envolvidos naquela que foi a grande falcatrua branca, digo, leitosa.

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- E sendo que o quê que (Adoro esse monte de quês!) se me apresentava como incômodo foi apresentado, bibida prus músicus!

- A matéria principal deste post foi enviada por email pela Delza de Andrade, uma grande amiga da minha esposa.


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- I bibida prus músicus!

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Update em 05.Dez.2008 - Justiça seja feita: A mesma matéria me foi enviada em 16.11.2006 por outra amiga, a Francine Grossi.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

O advogado árabe

Uma instituição de caridade nunca tinha recebido uma doação de um dos advogados mais ricos da cidade, um árabe.

O diretor da instituição decidiu ele mesmo ir falar com o advogado.

- Nossos registros mostram que o senhor ganha mais de R$ 3.000.000,00 por ano e mesmo assim nunca fez uma pequena doação para nossa instituição. O senhor gostaria de contribuir agora?

O advogado respondeu:

- A sua pesquisa apurou que minha mãe está muito doente e que as contas médicas são muito superiores à renda anual da aposentadoria dela?

- Ah, não! - Murmurou o diretor.

- Ou que meu irmão mais novo é cego e desempregado? - Continuou o advogado.

O diretor nem se atreveu a abrir a boca.

- Ou que o marido da minha irmã morreu num acidente e deixou ela sem um tostão e com cinco filhos menores para criar? - Perguntou o advogado, com ar de indignação.

O diretor, já se sentindo humilhado, disse:

- Eu não tinha a menor idéia de tudo isso.

- E a sua pesquisa apurou que meu pai é diabético, cardiopata e que está na cadeira de rodas há mais de dez anos?

- Não senhor! Mas... – E o advogado interrompeu o diretor, não o deixando concluir a frase. E continuou:

- E foi, por acaso, verificado que eu tenho dois sobrinhos surdos-mudos? – Perguntou, com a cara cada vez mais fechada.

Silêncio do diretor.

- Além de tudo isso - disse o advogado - vocês já sabem que meu irmão mais velho pediu falência e perdeu todos os seus bens?

- Não, absolutamente não, senhor! Respondeu o diretor totalmente envergonhado com o papelão que fazia.

- Pois então, disse o advogado, SE EU NÃO DOU UM TOSTÃO PARA ELES, PORQUE EU IRIA DAR PARA VOCÊS?

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- Peguei no site da Lou Micaldas, também chamado de O Site da Maturidade, e que até hoje já foi visitado por mais de três milhões de internautas. É mole?

- I bibida prus músicus!

Mãe é mãe, sogra é... É sogra mesmo!

Finalmente explicada a diferença entre ser sogra do genro e sogra da nora.

Duas distintas senhoras encontram-se após um bom tempo sem se verem. Uma pergunta à outra:

- Como vão seus dois filhos... A Rosa e o Francisco?

- Ah, querida! A Rosa casou-se muito bem. Tem um marido maravilhoso. É ele quem levanta de madrugada para trocar as fraldas do meu netinho, faz o café da manhã, lava as louças e ajuda na faxina. Só depois é que sai para trabalhar. Um amor de genro! Benza-o, ó Deus!

- Que bom, hem, amiga! E o seu filho, o Francisco? Casou também?

- Casou sim, querida! Mas tadinho dele, deu azar demais. Casou-se muito mal. Imagina que ele tem que levantar de madrugada para trocar as fraldas do meu netinho, fazer o café da manhã, lavar a louça e ainda tem que ajudar na faxina! E depois de tudo isso ainda sai para trabalhar, para sustentar a preguiçosa da minha nora, aquela porca nojenta!

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- Peguei no site da
Lou Micaldas, O Site da Maturidade.

- I bibida prus músicus!

domingo, 30 de novembro de 2008

Falso contato imediato de 1º grau

Uma noite, depois de quase 20 anos de casados, o casal está na cama quando a mulher sente que seu marido começa a acariciá-la como não fazia há muito tempo.

Ele começou no pescoço, desceu pelo dorso e foi até às nádegas; voltou no pescoço, nos ombros, nos seios e parou na barriga.

Os movimentos dele demonstravam alguma impaciência, não deixando de acusar certo nervosismo. Ela não sabia aonde a mão dele iria alisá-la na seqüência de carícias, mas o que estava acontecendo debaixo dos lençóis e no escuro a estava deixando completamente na condição de rendida.

Continuando, ele colocou a mão na parte interna do braço esquerdo, passou no seio, nas nádegas novamente. Na perna esquerda foi até o pé, subiu na parte interna da coxa e parou bem em cima da perna. Deu uma parada.

A mulher, que começava a ofegar, parou de respirar. - É agora! - Pensou. E ficou aguardando, na maior expectativa, por algo bem melhor.

Então ele fez a mesma coisa na parte direita e, de repente, vira as costas e não fala uma palavra.

A esposa, já bem doidona, entre surpreendida e esperançosa, tentando agarrar-se àquela oportunidade que lhe parecia incomum, de tão distante no tempo que havia acontecido pela última vez, lhe diz carinhosamente:

- Querido, estava maravilhoso, por que parou?

E ele, resmungando: - Cala a boca e dorme, ô, caraio, pois JÁ ENCONTREI O CONTROLE REMOTO!

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- Merci beaucoup, querida amiga Célia Borges, pela remessa de mais essa piada pra mim.

- I bibida prus músicus!

sábado, 29 de novembro de 2008

Advogado x Legista

Advogado: - Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor checou o pulso da vítima?
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Legista: - Não!

Advogado: - O senhor checou a pressão arterial?

Legista: - Não!

Advogado: - O senhor checou a respiração?

Legista: - Não!

Advogado: - Então, é possível que a vítima estivesse viva quando a autópsia começou?

Legista: - Não!

Advogado: - Como o senhor pode ter essa certeza?

Legista: - Porque o cérebro da vítima estava num jarro sobre a mesa!

Advogado: - Mas ele poderia estar vivo mesmo assim?

Legista: - Sim, é possível que ele estivesse vivo e cursando Direito em algum lugar!

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- Essa 'piada' foi retirada do livro 'Desordem no tribunal', seguramente um repositório de coisas que pessoas disseram em tribunais e transcritas por taquígrafos, que tiveram que permanecer calmos enquanto estes diálogos realmente aconteciam à sua frente.

- Procurei mais informações sobre esse livro na Internet, tendo sido inúteis as minhas tentativas de acrescentar mais informações pros meus visitantes. I’m sorry!

- Obrigado, querida amiga
Célia Borges, pela remessa dela pra mim.

- E antes que me esqueça, bibida prus músicus!

Pingüins voadores

Muito, muito legal esse vídeo feito pela BBC!



Viu o making of do vídeo também?

Sem sacanagem, gente! Acho que nunca mais acreditarei no que eu vier a ver na Internet. E se alguém neste momento me chamar de Dona Joaquina ou de Chita, a macaca do Tarzã, num simples cumprimento fugaz, sou capaz de responder na mó naturalidade, como se tais nomes se referissem a mim.

- I bibida prus músicus!

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Pérolas processuais

Do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Portugal: Sentença proferida em 1487, no processo contra o Prior de Trancoso - Autos arquivados no armário 5º, maço 7:

"Padre Francisco da Costa, prior de Trancoso, de idade de 62 anos, será degredado de suas ordens e arrastado pelas ruas públicas nos rabos dos cavalos, esquartejado o seu corpo e postos os quartos, cabeça e mãos em diferentes distritos, pelo crime que foi argüido e que ele mesmo não contrariou, sendo acusado de ter dormido com 29 afilhadas e tendo delas 97 filhas e 37 filhos. De cinco irmãs, teve 18 filhas; de nove comadres 38 filhos e 18 filhas; de sete amas teve 29 filhos e cinco filhas; de duas escravas teve 21 filhos e sete filhas; dormiu com uma tia, chamada Ana da Cunha, de quem teve três filhas, da própria mãe teve dois filhos. Total: 299, sendo 214 do sexo feminino e 85 do sexo masculino, tendo concebido em 53 mulheres".

A pena não foi cumprida porque El-Rei D. João II lhe perdoou a morte e o mandou pôr em liberdade aos 17 dias do mês de Março de 1487 e guardar no Real Arquivo da Torre do Tombo esta sentença, devassa e mais papéis que formaram o processo.

Esta é apenas uma das pérolas processuais publicadas às terças e sextas-feiras no site Espaço Vital. Mais algumas delas:

Certidão lançada por um oficial de Justiça, em Passo Fundo, após efetuar uma penhora:

"Penhorei uma mesa de comer velha de quatro pés".

De uma informação do carteiro, ao devolver título à Caixa Federal:

"O sacado não foi encontrado porque morreu, porém a viúva continua com o negócio aberto".

De uma petição inicial, em ação acidentária, na comarca de Novo Hamburgo:

"Os movimentos dos cotos de amputação estão bastante comprometidos. A força prensora palmar inexiste e as pinças digitais não se concretizam com nenhum dedo, pois, infelizmente, perdeu todos".

Trecho literal de petição inicial, em ação de indenização, na 7ª Vara Cível de Porto Alegre, relativa a agressão sofrida por freqüentador de boate:

"Meu cliente levou um soco nos oios, uma garrafada nos cornos, um chute no saco e algumas pauladas na bunda".

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- Capturei este post no blog do Carlos Alberto Teixeira, que o publicou no site do GloboOnline em 07.03.2004.

...Lamentavelmente, este grande blogueiro desapareceu da relação de seus colaboradores. Mas está em endereço novo, no Catalisando.

- O Espaço Vital, site onde o Carlos Alberto encontrou este post, desapareceu da Internet.

- I bibida prus músicus!