segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Porque os cães mordem seus donos - 1


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- I bibida prus músicus!

domingo, 28 de setembro de 2008

Fluxograma para sábado à noite

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Considero de suma importância informar aos senhores gerentes de plantão que se se tomar algum atalho errado neste fluxograma pode dar zebra desgraçada. Informo ainda que tal fluxograma pode ser igualmente orientativo para os outros dias da semana e não apenasmente para o período noturno. Essa última informação é extremamente relevante para aqueles que trabalham à noite.
Fonte: Rafinha
- I bibida prus músicus!

Bebe, fuma, trabalha, nazarento!

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Considero de suma importância dizer que esta postagem carece de maiores devaneios literários.

- I bibida prus músicus!

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Meditação 5




Na minha idade, as flores ainda não me assustam. Legal, né mesmo?

- I bibida prus músicus!

- Fonte: TLARKINS

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Curiosidades 4


Experiência é uma coisa maravilhosa! Ela nos permite reconhecer o erro quando o praticamos novamente.


- Fonte: TLARKINS

O graaaande colisor de Hadrons

O moço aí de cima não me impressionou nem um pouquinho! Digo com toda honestidade: até agora não percebi nada, nem um tremor de terra, leve que fosse, nem passarinhos com suas orelhas em pé, nem minha cadela Croá latindo pro alto, nadinha de uma nuvem negra ou cor de abóbora passando preguiçosamente nos céus de Resende, algo que fosse diferente da época anterior ao seu início de funcionamento há quase duas semanas, enfim, qualquer coisa que pudesse dizer respeito a esse tão propalado projeto que custou 8 bilhões de dólares.

Muita gente ficou cabrera pelos boatos que se espalharam mundo afora, na suposição de que, uma vez ligado, o saci faria que ele criasse um buraco negro.

Um amigo meu, blogueiro como este rabisqueiro, escreveu no seu blog, na maior gozação, que na hora que ligaram o LHC (Large Hadron Collider), correu pra janela de sua casa para ver se a Lua estava se precipitando em nossa direção. Claro que não! O centro do buraco negro jamais seria no Brasil, país de residência do meu amigo. O seu centro, de acordo com os cálculos que fiz na calculadora instalada no meu micro, tinha que se situar lá na divisa da Suíça e da França, em algum lugar daquele baita túnel de 27 km que cavucaram por lá.

E ainda antionti, os cara responsável por aquela tranquerada toda, que rendeu um monte de fotos, informaram que deu um xabu no dito cujo - tudo por causa de um vazamento de gás hélio - e que a retomada de seu funcionamento deve demorar uns três meses.

Assim não dá, porque muita gente do nosso querido planetinha anda sofrendo de tanta curiosidade de saber pra que servirá a tal da antimatéria que os cara tão procurando descobrir com o tal do LHC.

Por ora, sem as informações deles, que apesar de todos os seus conhecimentos de física e de outras matérias, taisquaismentes Química, História do Brasil, Microbiologia dos micróbios (Você queria que fosse do quê? Microbiologia de hipopótamos?) que vivem a 1.000 metros abaixo da superfície de gelo da Antártica, und so weiter (Isso é alemão e, para quem não sabe essa língua, significa simplesmente “etc”. Não falo inglês, mas arranho muitas palavra nesse indioma.), e, como eu dizia, como os cara não conseguem dar qualquer bizu pra humanidade sobre os prováveis resultados de suas descobertas e suas aplicações no nosso cotidiano, adianto uma destas, umazinha só, certeira que nem cusparada de bêbado: a antimatéria servirá pra eliminar o excesso de sal de dobradinhas, como a que fiz ontem como suporte principal do almoço aqui em casa. Isso pra ficar num único exemplo, pois a aplicação poderá, seguramente, ser estendida pra todos os pratos de comidas salgadas que ficarem excessivamente salgadas. Não será legal?

Veja só como isso poderá acontecer: você vai a um restaurante e pede um prato de comida qualquer. Na primeira mastigada, percebe que foi colocado muito sal pro seu paladar. Aí chama o garçom e explica-lhe o que está ocorrendo. O garçom, solícito como todo garçom, mostrando uma segurança típica de garçom que resolve qualquer pobrema no seu trabalho, saca uma pistolinha de antimatéria do bolso, aponta-a na direção do seu prato e atira. Não tem barulho nem luzes. Tampouco o seu desejado ragu explode ou mesmo respinga. Em seguida, pede-lhe para provar novamente a comida. Se ainda não estiver de acordo com o seu gosto, dá outro tiro de antimatéria no seu prato. E assim segue ao tiroteio, até que tudo termina com você satisfeito e o garçom todo feliz, até parecendo ter agido como o bandido daquele filme do futuro que acabou de matar o amigo do mocinho com um feixe de raios mentais.

E tendo se esgotado o assunto pra mim, que não tinha, no momento em que resolvi discorrer sobre ele, outro pelo qual pudesse me enveredar e porque também o meu blog não poderia deixar de registrar as minhas importantííííssimas opiniões sobre o assunto, fecho o post aqui mesmo.

- I bibida prus músicus!

domingo, 21 de setembro de 2008

Flores, folhas e botões: Natureza 3

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Esta orquídea, rarííííssima, também floriu no jardim da minha casa. Parece mixuruca, mas quando você conversa com ela, se é que você entende a linguagem das flores, verifica e comprova a enorme personalidade que ela possui. E anote isso: adquiriu tudo por conta própria – É uma autodidata! – e nunca saiu do tronco do pé de goiabeira onde ela está bem grudada.

- I bibida prus músicus!

Palavras por uma árvore

Na guerra pelo progresso, o homem não mede esforços e as conseqüências dos seus atos. O importante é avançar. Numa batalha desigual, destrói insa-namente os recursos naturais, essenciais à sobrevivência. A resposta da natureza pode até demorar, mas não falha. Às vezes, é imediata, intrigante ou mesmo desafiadora. Só precisamos interpretá-la.

Este majestoso pé de Ipê foi derrubado na mata, podado e transformado em poste para suporte dos fios de rede elétrica. Mas não se entregou. Com uma reação estupenda, deitou novas raízes no solo, recuperou sua pompa e voltou a reinar absoluto como árvore símbolo do Brasil. Rebelou-se à condenação injusta e agora esbanja alegria e beleza com sua identidade marcante.

Num ato silencioso e inusitado, ele respondeu aos afiados machados e às violentas motos-serras. Insistiu e exigiu seu espaço para expor a beleza de suas flores e a generosa sombra da sua copa, numa grande demonstração de energia e desejo de viver.
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Reconsiderando o seu ato, o homem decidiu transferir a rede elétrica a um poste de concreto instalado ao lado, deixando agora o Ipê reinando livre dos fios.

Este Ipê virou atração pública em Porto Velho, capital de Rondônia e é um doce privilégio dos moradores do barro

Não aceitando a imposição do homem, o Ipê fincou pé e readquiriu vida.

O texto deste post me chegou por email e foi redigido por um eletricitário gaúcho, não identificado, juntamente com a primeira foto, esta sim, identificada como tendo sido feita por um fotógrafo amador de nome Leandro Barcellos, que a disponibilizou para divulgação.

Já a segunda foto, do mesmo Ipê, visto de outro ângulo, consegui-a no blog do
João Lázaro (Janjão).

- I bibida prus músicus!

Flores, folhas e botões: Natureza 2

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Minha Mãe adora este pé de Ipê Roxo, instalado na Av. Maria Rita Ferreira da Rocha (Av. Beira Rio). Existem mais uns três pés nesse mesmo lado da avenida, mas esse é o mais garboso.

Essa foto foi feita na quinta-feira desta semana e quem quiser vê-lo, aproveita! Vá lá, ou passa por lá!

(Acho que deveria ter aplicado o tal do zoom na minha super-câmera Sony! Esse negócio de ficar só no automático, próprio de quem não sabe dirigi-la, dá nisso: fotos sempre deploráveis.)

A foto pode não estar condizente com a beleza do Ipê, mas não venham me dizer que o seu nome correto é Ipê Lilás ou Ipê Violeta. Apesar de suas cores serem assim, o seu nome é Ipê Roxo, mesmo!

- I bibida prus músicus!

Marcadores: Jardins, SOR

Se eu candidato for...

Se um dia resolver ser candidato a alguma coisa na área da polí-tica, adotarei lemas ou siglas como “Vou fazer isso!”, “Vou fazer aquilo!”, da mesma forma que grande porção de candidatos das atuais eleições está fazendo. Serei, no entanto, mais objetivo, mais abrangente, talqualmente uma maionese que lambuza todos os pedacinhos de batata e de cenoura, e, para isso, adotarei para identificação de meus projetos do “vou fazer” diversas siglas de fácil aprendizado e memorização, muito úteis para sugestionar e levar o eleitor a clicar o meu número na sua urna na hora do vamu vê. Elas, seguramente, atingirão eleitores de todos os segmentos da sociedade, os incluídos, os excluídos, e os que estão fazendo exame de consciência para saber em qual categoria se encaixam. Eis algumas delas:

- Para a saúde: SIM – Saúde Integrada do Município*
- Para a segurança: PAU - Policiamento Armado Unificado
- Para a educação: SEI - Sistema Educacional Integrado
- Para a saúde: BOM - Base de Orientação Médica
- Para o transporte: VAI - Via Automobilística Integrada
- Para a cultura: OIA - Operação Integrada de Aculturação
- Para as finanças: PILA - Programa de Índices Licitatórios e Arrecadação
- Para a criança: BILU - Base Intermunicipal de Lazer Unificado
- Para a mãe: FALA - Fundo de Apoio à Lactante
- Para o trânsito: PARO - Plano Alternativo de Redimensionamento Operacional
- Para o meio-ambiente: PUM - Projeto de Unificação das Matas
- Para o eleitor: COCO - Conte comigo**

Exceptuando-se as siglas SIM e COCO, marcadas com asteriscos, todas as outras são crias do meu amigo Jayme Serva, titular do blog
Dito assim parece à toa, na matéria dele postada em 23.8 pp – escrita num momento seu de rara inspiração e que o destaca entre tantos os que se aventuram a construir idéias inovadoras para candidatos que não têm capacidade de criar o que ele criou com tanta sabedoria.

A sigla marcada com um asterisco é cria do Geraldo Alkmin, “candidato-replay” (expressão do Jayme) a prefeito de São Paulo, que, durante o “horário eleitoral, sacou do bolso do colete uma daquelas cartas de campanha já amarfanhadas, de tão usadas: uma sigla. "Vou criar o SIM, Saúde Integrada do Município". A partir daí, o meu blogueiro querido construiu as outras siglas seguintes, até aquela da PUM.

Depois da PUM, a última sigla, “COCO – Conte Comigo” é cria minha e não deve ser confundida com “vou jogar cocô noceis”, mas sim, com “Conte comigo para fiscalizar as contas do prefeito”, ou outra já bastante usada e que é a tal de “Conte comigo na câmara para resolver todos os pobremas (já ouvi uns dois ou três candidatos falarem assim) do seu bairro (ou da nossa cidade).

E assim, vamos levando, ou melhor ouvindo. A bem da verdade, esses programas eleitorais são muito melhores do que os do BBB, porque são divertidos e servem para desopilar o fígado de tanta risada a que somos levados.

- I bibida prus músicus!

Linda e rara flor de papagaio



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Esta flor é raríssima e é encontrada somente na Tailândia. Tratando-se de uma espécie protegida, sua exportação é proibida e as únicas maneiras de se vê-la são por fotografias ou fazendo uma viagem até à Tailândia.

Fala a verdade: - É ou não é de deixar qualquer um com o queixo caído?


- I bibida prus músicus!

sábado, 20 de setembro de 2008

Pedro Luz fotografa Resende


Não! Não estranhe! Essa foto nada mais é que o fruto da imaginação do Pedro Luz, aliada ao poder do Photoshop, para uma Resende lá para o ano de 2120. Quem sabe a gente chega lá!

Trata-se da primeira fotografia de uma série que o Pedro Luz editou no Site Oficial de Resende e que tem como título "Pequena exposição fotográfica - Tema: Resende RJ". Em respeito ao esmerado trabalho de seu autor, elas devem ser vistas lá, clicando-se aqui. Assim, se poderá admirar uma seqüência de belas fotos de Resende, feitas pelo próprio, em quase todas predominando uma visão do nosso majestoso Rio Paraíba.

Pedro Luz, além de fotógrafo, é webdesigner e fundador do Site Oficial de Resende e do Site Nacional.

Pode se tratar de uma pequena exposição, dito assim, por ele, dada a sua modéstia, mas, para mim e para todos os que amam esta cidade – Ele também a ama e o demonstra com mais este trabalho maravilhoso, entre outros! – trata-se de um lindo e inestimável acervo para nosso deleite e a nossa recordação, bem como uma fonte valiosa de consultas para os viventes daqui a 112 anos.

- I bibida prus músicus!

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Incrível pintura de Jesus

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Esta pintura foi feita com um único risco de caneta.

Ela começa na ponta do nariz de Jesus e termina na parte de baixo.

Repare na data dos direitos autorais.

- I viva Jisuuuuis! I bibida prus múúúúsicus!
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Meditação 4

Surpresas agradáveis são uma constante para os portadores do Mal de Alsheimer. Por exemplo: todos os dias conhecem gente nova!

- I bibida prus músicus!

Quando a velhice chegaaaar...

- Se você não estiver enxergando direito, porque, talvez, tenha perdido o óculos, clica nas imagens para ampliá-las. -




- Éééé, Célia! Você fica me mandando essas coisas, ficamos na maior gozação, mas, quando menos esperarmos, também estaremos nessa táboa da beirada!
Pelo menos riremos das nossas risadas de hoje. Grande consolo!

- I bibida prus músicus!

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Flores, folhas e botões: Natureza 1

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Uma das milhaaaares de orquídeas do quintal da minha casa.

Agora que possuo uma câmara fotográfica, vou deitar e rolar! Sempre que possível, publicarei aqui os resultados gravados em pixels na minha Sony DSC S750 e que foram ou serão motivo da minha acurada, estrambótica e inesperada condição de observador. Algumas fotos ficarão desfocadas, fora de prumo ou sei lá o quê! Mas tentarei fazer o melhor possível.

A idéia me veio ao observar os blogs de vários amigos, destacando-se o do Eduardo, o do Valter, o do Fernando, entre os mais contumazes apresentadores de suas fotos nos próprios blogs, pelos quaismentes navego frequentemente (Olhem só que bosta fica essa palavra sem o trema no uzinho. Não dá, de jeito nenhum! Vou continuar a escrever freqüentemente e se a ABL vier a reclamar, quererei mais que ela vá pra puta que pariu!).

Nossa! Quase deixei de incluir o blog do Ery, que vez ou outra também dá uma palinha fotográfica pra gente. Se esqueci de alguém, me avisa que boto um ôpdeite, tá legal?

Confesso que fiquei muuuuito receoso em partir para mais essa ingnorância pessoal, colocando-me, e ao meu blog, na condição de estapafúrdios comunicadores, me lembrando dos índios Sioux mandando sinais de fumaça nos cucurucos dos morros lá de Ohio e o John Waine só de butuca lá embaixo tentando decifrá-los.

Sei, com absoluta certeza, que com isso nos tornamos sujeitos a receber um dilúvio noelesco de críticas e de comentários, os quaismentes receberemos e responderemos da seguinte maneira:

1) eu, sem brincadeira, com um baita sorriso no meu lindo rosto. Afinal, um comentário no blog da gente, não importando se nos joga pétalas de rosas ou nos mete a borduna, nunca deixa de ser uma visita inesperada, e a mim dá, sempre, motivo de fazer uma pausa no PC e tomar um cafezinho, ou... Em outras ocasiões, um monte de cachaça mesmo.

2) o meu blog, com um elegante e agradecido contra-comentário.

E vou parar por aqui. E eu só queria falar da minha orquídea...

- I bibida prus músicus!

Meditação 3

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- I bibida prus músicus!

Restaurante Lua Azul

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Escolha um dos arquivos que estão na homepage deste site e veja o que se faz de extraordinário com uma câmera fotográfica. Eu, um grande leigo no assunto, fiquei boquiaberto. Achei simplesmente fantástico!

As imagens, bonitas e espetaculares – panorâmicas, totalmente esféricas (360º x 180º) e interativas – nos permitem realizar uma visita virtual ao Restaurante Lua Azul, um dos maiores restauran-tes do tipo italiano no mundo e que está localizado em Lima, Capital do Peru.

São 17.500 garrafas expostas, fazendo dela a 2ª maior e mais gentil coleção de vinhos privada do mundo.

E as comidas que eles servem... São de dar água na boca!

Observe as instruções do site:

- Clique dentro das imagens e mantenha o botão pressionado, arrastando pro lado que você quiser;

- A rodinha do mouse funciona como zoom.
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Quem me colocou a par desse site foi a minha irmã Aninha, residente em Salvador.

- Brigadão, abração e muito feijão, Maninha!

- I bibida prus músicus!

O Paciente do 302

Este é um caso verídico, acontecido no INCOR

- Bom dia! É da recepção? Eu gostaria de falar com alguém que me desse informações sobre um paciente. Queria saber se certa pessoa está melhor ou piorou...

- Qual e o nome do paciente?

- Chama-se Celso e está no quarto 302.

- Um momentinho, vou transferir a ligação para o setor de enfermagem...

- Bom dia! Sou a enfermeira Lourdes. O que deseja?

- Gostaria de saber as condições clínicas do paciente Celso do quarto 302, por favor!

- Um minuto, vou localizar o médico de plantão...

- Aqui é o Dr. Carlos, plantonista. Em que posso ajudar?

- Olá, Doutor Carlos! Precisaria que alguém me informasse sobre a saúde do Celso que está internado há três semanas no quarto 302.

- Ok, meu senhor! Vou consultar o prontuário do paciente...

Um instante só! - Huuummm, aqui está: ele se alimentou bem hoje, a pressão arterial e pulso estão estáveis, responde bem à medicação prescrita e vai ser retirado do monitor cardíaco até amanhã. Continuando bem, o médico responsável assinará alta em três dias.

- Aaaahhhh, graças a Deus! Que bom! São notícias ma-ra-vi-lho-sas! Que alegriiia!

- Pelo seu entusiasmo, deve ser alguém muito próximo, certamente da família, não?

- Não, sou o próprio Celso telefonando aqui do 302! É que aqui no quarto entra e sai tudo que é filho da puta e ninguém me diz porra nenhuma. Só queria saber...

- Aêêê, Rafinha! Bibida prus músicus!

Galo made in Uruguai

Um fazendeiro gaucho tinha umas 200 galinhas no quintal de seu sítio e estava procurando um bom galo para produzir ovos galados, próprios para chocar. Um belo dia, ele vai na agropecuária do povoado e leva o seguinte papo com o vendedor:

- Boa tarde! Procuro um bom galo capaz de cobrir todas as minhas galinhas.
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O vendedor pergunta:

- Quantas galinhas o senhor tem?

- No total, mais ou menos 200 galinhas! - Diz o fazendeiro.

Então o vendedor puxa uma gaiola com um galo enorme dentro dela, musculoso, com a crista de pé, olhos azuis, esporas com quase 10 cm de comprimento, e diz para o fazendeiro:

- Leva esse aqui, o Alberto. Ele não falha.

O fazendeiro leva o galo e no dia seguinte, pela manhã, solta-o no quintal. O galo sai correndo, pega a primeira galinha e manda bala. Pega a segunda, crava-lhe o fumo e, repentinamente, cai de costas, começa a babar, dá uma esticada nas pernas, dá umas estrebuchadas e finalmente fica quieto. Morreu ali, no cumprimento do dever!

O fazendeiro olha e diz:

- O que é que aquele filho da puta de vendedor me vendeu? Esse galo desgraçado só comeu duas galinhas e capotou!

Então, pegou o galo pelo pescoço, levou-o até ao vendedor e contou pra ele o que acontecera.

O vendedor se desculpou e puxou outro galo. Este era preto, com enorme crista amarela, olhos cinzas e baitas esporas também. E diz pro fazendeiro:

- Esse aqui é o Fernando. Observe o trabalho dele e depois me conta.

O fazendeiro volta pra fazenda com o galo e repete a manobra: solta o bicho no quintal, o galo sai alucinado, come a primeira galinha, pega a segunda e traça a penugenta. Quando está bombando na terceira, cai morto no meio do terreiro, igualzinho ao outro galo.

O fazendeiro, muito puto da vida, pega o galo pelas pernas, se manda pro povoado, entra na agropecuária e diz pro vendedor:

- Escuta aqui o seu filho de uma puta! É o segundo galo que você me vende e que não presta pra nada. É melhor você me vender um galo decente ou vou tocar fogo nesta merda.

Então o vendedor puxa um galo com ar de caquético, pelado, sem crista e com poucas penas, uma das asas arriada, faltando uma espora e tendo a outra quebrada, e diz ao fazendeiro:

- Olha aê, meu amigo, é só o que me resta. O nome dele é Tito e chegou por acaso num barco que veio do Uruguai. O fazendeiro, puto da vida, leva o galo pensando:

- Que caralho! Vou ter que levar essa bosta mesmo! O que farei com esse galo castelhano e todo fudido?

Chegando na fazenda, solta o Tito no quintal que, imediatamente, cisca pra cá, cisca pra lá, olha pra tudo quanto é lado e sai enlouquecido, comendo as 200 galinhas de uma corrida só. Dá uma respirada e come as 200 de novo. Aí, o fazendeiro, precavido, o apanha e o tranca na gaiola.
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- Porra, um fenômeno esse galo! - Pensa o fazendeiro.

E as galinhas todas enlouquecidas com o Tito. Que o Tito isso... Que o Tito aquilo... - E com você o quê que ele fez?. – Ah! Comigo ele fez... Loucura total entre a galinhada!

No dia seguinte solta o bicho de novo, que sai levantando poeira, dá duas voltas no seu território exclusivo e faturando tudo que é buraco com penas que encontra pelo caminho. O fazendeiro corre atrás dele, pega-o pelo pescoço, dá umas chacoalhadas para acalmá-lo e o prende de novo na gaiola.

- Que galo excomunguento! Vai me dar uma produção espetacular! Agora sim, vou ficar rico!

No dia seguinte, vai buscar o galo e encontra a gaiola toda arrebentada: o Tito havia fugido!

Sai correndo pro quintal e encontra todas as galinhas cacarejando e balançando sem parar os rabos empinados. O fazendeiro então raciocina:

- Ele vai comer as galinhas do vizinho! Tô fudido! Vão me matar!

Então pega o cavalo e sai procurando o Tito desesperadamente, até que o vê bem lá longe, caído no chão da estrada. Aproxima-se dele e vê uma cena estarrecedora: o Tito deitado de barriga pra cima, olhos fechados, bico aberto, as asas também abertas e as pernas esticadas e, acima dele, voando em círculos no céu, havia um bando de urubus voando ameaçadoramente. Quando viu a cena, o fazendeiro entendeu a situação.

- Nããão, o Tito morreu! Justo quando encontro um galo de verdade... Que desgraça!

E no meio do lamento do fazendeiro, vagarosamente o Tito abre um olho, olha pra ele e, apontando os abutres com mexidas sutis da cabeça, dá-lhe uma piscadinha e diz bem baixinho:

- Shhhhhhhhh! Acalma-te hombre, que ellos están casi desciendo!

- I bibida prus músicus!