terça-feira, 1 de abril de 2008

O Especialista

Um perito foi chamado para reparar um computador muito grande e extremamente complexo - um computador de 12 milhões de dólares!

Sentado na frente do monitor, o perito apertou umas quantas teclas, balançou a cabeça, murmurou algo para ele mesmo e desligou o equipamento. Pegou numa pequena chave de fenda do bolso e deu uma volta e meia em um minúsculo parafuso. Então, ligou o computador e comprovou que funcionava perfeitamente.

O presidente da empresa mostrou-se surpreso e satisfeito. E se ofereceu para pagar o serviço à vista.

- Quanto é que devo? - Perguntou.

- São mil dólares pelo serviço.

- Mil dólares? Mil dólares por alguns minutos de trabalho? Mil dólares só por apertar um simples parafuso? Eu sei que o meu computador vale 12 milhões de dólares, mas mil dólares é muito dinheiro. Pagarei somente se você me mandar uma fatura detalhada que justifique o valor!

O especialista confirmou com a cabeça e foi embora. Na manhã seguinte, o presidente recebeu a fatura, balançou a cabeça e pagou no ato. A fatura dizia:

SERVIÇOS PRESTADOS:

Apertar um parafuso...........................1 dólar
Saber qual parafuso a apertar.......... 999 dólares

Moral da história : Algumas vezes, é um erro julgar o valor de uma atividade simplesmente pelo tempo que se demora a realizá-la.

- I bibida prus músicus!

4 comentários:

  1. Oi Norival! Esse sumiço é porque você ainda tá tentando descobrir qual o parafuso a apertar?

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  2. Fala sério, quanto tempo hein. Tava querendo que passeata pra voltar a escrever. Acho que não precisa...
    Manda brasa meu Pai.

    Gustavo

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  3. Salve, Ery!
    O problema não é o parafuso mas, sim, encontrar a chave adequada para apertá-lo.
    Este mes pretendo folgar com postagens no meu blog, com o intuito de reunir dados estatísticos nulos, que também são necessários no cômputo geral de uma estatística globalizada (Essa palavra quebra um galho, fala a verdade!) fiel, para compor uma conclusão definitiva sobre uma tese minha, melhor dizendo, uma analogia entre a mesa de botequim e o blog. A coisa já está mais ou menos organizada na minha cabeça... Assim que concluir, lá pro fim deste mes, apresentarei a todos os resultados dessa ruminância pessoal.
    Um grande abraço, Norival.

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  4. Pô, Gu, meu filho:
    Quando estou a pleno vapor, postando pra caraio, você não recadeia (V, t, i. Recadear, deixar um recado, um comentário). Quando stopeio (V, t, i, do gaulês stop. Stopar = parar, dar uma folga) você pisa no meu calo!
    Assim não dá, flamenguista sofredor!
    Beijão de seu pai, Norival.

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Pô, cara!

Obrigado por ter se contatado comigo!

Vou ficar feliz da vida quando descobrir isso e lhe darei um retorno tão rápido quanto possivel.

Por ora, fique com o meu abraço.

Norival R. Duarte.